sábado, 31 de outubro de 2009
O curso de medicina pode ser efectuado numa destas universidades:Universidade de SemmelweisUniversidade de SzegedUniversidade de Pecs
O curso de medicina pode ser efectuado na Hungria em 3 universidades sendo a qualidade do ensino bem como os conteúdos programáticos similares sendo a sua principal diferença o facto de se encontrarem em cidades diferentes.
Estudar medicina na Hungria é sem dúvida o que a maioria dos estudantes internacionais procura bem como naturalmente os portugueses.Tendo registado uma maior procura após 2004 ano em que a Hungria entrou na UE pois a partir desse momento todos os graduados viram o seu diploma ser reconhecido sem a necessidade de efectuar qualquer tipo de exames de admissão à Ordem dos Médicos nos diferentes países membros.
O curso tem a duração de 6 anos (12 semestres) com a seguinte organização:• 2 Anos de Ciências Básicas• 3 Anos de Medicina Clínica• 1 Ano de Rotação Clínica
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Método para tratar pessoas com autismo é discutido em Alagoas
A Associação de Amigos do Autista (AMA), com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), promove nesta sexta-feira (30) um curso sobre a abordagem TEACCH (Tratamento e educação para autistas e crianças com deficiências relacionadas à comunicação). A iniciativa será realizada no auditório da Nossa Livraria, localizada no Farol, a partir das 8h e prossegue até sábado (31).
A capacitação será destinada aos profissionais das áreas de psicologia, psicopedagogia, fonaudiologia, pedagogia, terapia ocupacional e demais profissionais que trabalham com crianças com autismo. Ministrado pela psicóloga e professora paulista Maria Elisa Granchi, que tem formação na Carolina do Norte (EUA), o curso terá duração de 16 horas, com direito a certificado.
O autismo é uma desordem global do desenvolvimento. Trata-se de uma alteração que afeta a capacidade da pessoa de se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente, segundo as normas que regulam estas respostas.
Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam importantes retardos. Há pessoas com autismo que ficam presas a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
Segundo a presidente da AMA, Mônica Ximenes, o método TEACCH foi criado em 1972 por Eric Schoppler, do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, para atender crianças portadoras de autismo.
“A proposta do método se baseia no pressuposto de que os autistas respondem bem aos sistemas organizados, ou seja, é colocando as coisas em um padrão definido de organização que o autista poderá ter compreensão do que lhe é demandado pelas outras pessoas, adequando-se o melhor possível à nossa sociedade”, explicou.
De acordo com ela, o TEACCH pode ser classificado como método psicoeducacional, sendo um método que utiliza técnicas comportamentais que estrutura a vida do autista para que ele possa entender o que se quer dele e que se passa dentro das suas limitações. “O nosso foco, no momento, é promover eventos com o intuito de capacitar profissionais para trabalhar com as crianças usando as técnicas adequadas”, ressaltou Mônica Ximenes.
Serviço:
O quê: Curso sobre a Abordagem TEACCH
Horário: 8h às 12h e 14h às 18h
Local: Auditório da Nossa Livraria (Av. Moreira e Silva, 430 - em frente à Embratel)
Público-alvo: pais, familiares, professores, pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.
Investimento:
Pagamentos até o dia 29/10:
R$125,00 (pais/familiares/estudantes/profissionais com vínculo funcional com instituições de saúde, de educação inclusiva e de educação especial)
R$250,00 (outros)
Inscrições: Efetuar depósito na conta-corrente da Associação de Amigos do Autista de Alagoas (AMA-AL), Ag. 3186-0, CC 24095-8, Banco do Brasil, e depois encaminhar nome completo, email, telefone e comprovante de depósito para o email: ama.alagoas@gmail.com.
por Ascom / Sesaudomingo, 25 de outubro de 2009
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O que é?
É uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
- Não estabelece contado com os olhos
- Parece surdo
- Pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno.
- Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros
- Ataca e fere outras pessoas mesmo que não exista motivos para isso
- É inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas.
- Ao invés de explorar o ambiente e as novidades restringe-se e fixa-se em poucas coisas.
- Apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se
- Cheira ou lambe os brinquedos
- Mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente
Manifestações sociais
Muitas vezes o início é normal, quando bebê estabelece contato visual, agarra um dedo, olha na direção de onde vem uma voz e até sorri. Contudo, outras crianças apresentam desde o início as manifestações do autismo. A mais simples troca de afeto é muito difícil, como, por exemplo, o próprio olhar nos olhos que é uma das primeiras formas de estabelecimento de contato afetivo. Toda manifestação de afeto é ignorada, os abraços são simplesmente permitidos mas não correspondidos. Não há manifestações de desagrado quando os pais saem ou alegria quando volta para casa.
As crianças com autismo levam mais tempo para aprenderem o que os outros sentem ou pensam, como, por exemplo, saber que a outra pessoa está satisfeita porque deu um sorriso ou pela sua expressão ou gesticulação.
Além da dificuldade de interação social, comportamentos agressivos são comuns especialmente quando estão em ambientes estranhos ou quando se sentem frustradas.
Razões para esperança
Quando os pais de uma criança autista descobrem que seu filho é autista muitas vezes cultivam durante algum tempo ainda a esperança de que ele ira recuperar-se completamente. Algumas famílias negam o problema e mudam de profissional até encontrar alguém que lhes diga um outro diagnóstico. Como seres humanos a dor sentida pode ser superada, nunca apagada, mas a vida deve manter seu curso. Hoje mais do que antigamente há recursos para tornar as crianças autistas o mais independente possível. A intervenção precoce, a educação especial, o suporte familiar e em alguns casos medicações ajudam cada vez mais no aprimoramento da educação de crianças autistas. A educação especial pode expandir suas capacidades de aprendizado, comunicação e relacionamento com os outros enquanto diminui a freqüência das crises de agitação. Enquanto não há perspectiva de cura podemos desde já melhorar o que temos, o desenvolvimento da qualidade de vida de nossas crianças autistas.
Diagnóstico
Os pais são os primeiros a notar algo diferente nas crianças com autismo. O bebê desde o nascimento pode mostrar-se indiferente a estimulação por pessoas ou brinquedos, focando sua atenção prolongadamente por determinados itens. Por outro lado certas crianças começam com um desenvolvimento normal nos primeiros meses para repentinamente transformar o comportamento em isolado. Contudo, podem se passar anos antes que a família perceba que há algo errado. Nessas ocasiões os parentes e amigos muitas vezes reforçam a idéia de que não há nada errado, dizendo que cada criança tem seu próprio jeito. Infelizmente isso atrasa o início de uma educação especial, pois quanto antes se inicia o tratamento, melhor é o resultado.
Não há testes laboratoriais ou de imagem que possam diagnosticar o autismo. Assim o diagnóstico deve feito clinicamente, pela entrevista e histórico do paciente, sempre sendo diferenciado de surdez, problemas neurológicos e retardo mental. Uma vez feito o diagnóstico a criança deve ser encaminhada para um profissional especializado em autismo, este se encarregará de confirmar ou negar o diagnóstico. Apesar do diagnóstico do autismo não poder ser confirmado por exames as doenças que se assemelham ao autismo podem. Assim vários testes e exames podem ser realizados com a finalidade de descartar os outros diagnósticos.
Dentre vários critérios de diagnóstico três não podem faltar: poucas ou limitadas manifestações sociais, habilidades de comunicação não desenvolvidas, comportamentos, interesses e atividades repetitivos. Esses sintomas devem aparecer antes dos três anos de idade.
Tratamento
Foge ao objetivo desde site entrar em maiores detalhes a respeito do autismo em geral e sobre o tratamento especificamente. Há fontes mais completas e mais detalhadas na Web: aqui nos restringimos a uma abordagem superficial.
Contudo, vale a pena fazer algumas citações. Não há medicações que tratem o autismo, mas muitas vezes elas são usadas para combater efeitos específicos como agressividade ou os comportamentos repetitivos por exemplo. Até bem pouco tempo usava-se o neuroléptico para combater a impulsividade e agitação, mais recentemente antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem apresentando bons resultados, proporcionando maior tranquilidade aos pacientes. As medicações testadas e com bons resultados foram a fluoxetina, a fluvoxamina, a sertralina e a clomipramina. Dentre os neurolépticos a clorpromazina, o haloperidol e a tioridazina também podem ser usadas dentre outras.
Para o autismo não há propriamente um tratamento, o que há é um treinamento para o desenvolvimento de uma vida tão independente quanto possível. Basicamente a técnica mais usada é a comportamental, além dela, programas de orientação aos pais. Quanto aos procedimentos são igualmente indispensáveis, pois os pais são os primeiros professores. Uma das principais tarefas dos pais é a escolha de um local para o treinamento do filho com autismo. Apresentamos aqui algumas dicas para que a escolha seja a mais acertada possível:
- Os locais a serem selecionados apresentam sucesso nos treinamentos que realiza?
- Os profissionais dos locais são especialmente treinados com esse fim?
- Como são planejadas e organizadas as atividades?
- As atividades são previamente planejadas e rotineiras?
- Como o progresso é medido?
- Como cada criança é observada e registrada quanto a evolução?
- O ambiente é planejado para minimizar as distrações?
- O programa irá preparar os pais para continuar o treinamento em casa?
Casos Clínicos
Henrique
Quando criança pequena era afetuoso e brincalhão. Aos seis meses sentava-se e engatinhava, aos 10 começou a andar e aos 13 meses já podia contar. Um dia aos 18 meses sua mãe o encontrou sentado na cozinha brincando com as panelas de forma estereotipada (repetindo sempre os mesmos movimentos) e de tal forma concentrado que não respondeu às solicitações da mãe. Desse dia em diante a mãe se recorda que foi como se ele tivesse se transformado. Parou de relacionar-se com os outros. Freqüentemente corre ziguezagueando em volta de casa. Tornou-se fixado por lâmpadas elétricas, corre em volta de casa apagando e acendendo as luzes e se alguém tenta interrompê-lo ele torna-se agitado batendo e mordendo quem estiver pela frente.
Joana
Desde o dia em que nasceu Joana apresentou comportamento anormal, parecia diferente das demais crianças. Numa idade em que a maioria das crianças é curiosa e quer ver tudo, Joana mexia-se pouco no berço e não respondia aos ruídos dos brinquedos. Seu desenvolvimento não se deu na ordem esperada, ficou de pé antes de engatinhar, e quando andava era na ponta dos pés. Aos dois anos e meio de idade ainda não falava apenas agarrava as coisas ou gritava pelo que queria. Era capaz de ficar sentada durante horas olhando para um de seus brinquedos. Durante uma sessão de avaliação passou todo o tempo puxando os tufos do agasalho da psicóloga.
Última Atualização: 15-10-2004
Ref. Bibliograf: Liv 02 Liv 20
Autismo
AUTISMO
O que é?
Autismo é uma desordem na qual uma criança não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geral-mente não desenvolve inteligência normal.
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental.O que é Autismo?
O Autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que se manifesta durante toda a vida. É caracterizado por um quadro comportamental peculiar, que envolve sempre as áreas de interação social, da linguagem/comunicação e do comportamento, em graus variáveis de severidade. O autismo é encontrado em todo o mundo e em famílias de todas as raças, etnias e classes sociais, sendo mais comum em meninos do que em meninas.
Atualmente, embora o Autismo seja bem mais conhecido, ele ainda surpreende pela diversidade de características que pode apresentar e pelo fato de, na maioria das vezes, a criança autista ter uma aparência bastante normal. É comum pais relatarem que a criança passou por um período de normalidade anterior à manifestação dos sintomas.
Quando as crianças com autismo crescem, desenvolvem sua habilidade social em extensão variada. Alguns permanecem indiferentes, não entendendo muito bem o que se passa na vida social. Elas se comportam como se as outras pessoas não existissem, olham através delas como se não estivesse lá e não reagem a alguém que fale com elas ou as chame pelo nome. Freqüentemente, suas faces mostram muito pouco de suas emoções, exceto se estiverem muito bravas ou agitadas. São indiferentes ou têm medo de seus colegas e, muitas vezes, usam o outro como objeto quando querem obter alguma coisa.
Pessoas com esse distúrbio possuem dificuldades qualitativas na comunicação, interação social, e no uso da imaginação (a chamada tríade) e, conseqüentemente, apresentam problemas comportamentais. Muitas vezes, o simples fato de desejarem algo e não conseguirem comunicar, pode ocasionar atitudes de auto-agressão ou, mesmo, de agressão aos outros.
Desvios Qualitativos da Comunicação
A comunicação é caracterizada pela dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal. Isto inclui gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.
Portanto, dentro de grande variação possível na severidade do autismo, é possivel encontrar uma criança sem linguagem verbal e com dificuldades na comunicação por qualquer outra via - isto inclui ausência de uso de gestos ou um uso muito precário dos mesmos; ausência de expressão facial ou expressão facial incompreensível para os outros, e assim por diante. É possível também encontrar crianças que apresentam linguagem verbal, muitas vezes, sem função comunicativa.
Muitas das crianças que apresentam linguagem verbal repetem simplesmente o que lhes foi dito. Este fenômeno é conhecido como ecolalia imediata. Outras crianças, repetem frases ouvidas há horas, ou até mesmo dias antes (ecolalia tardia).
É comum que crianças autistas inteligentes repitam frases ouvidas anteriormente e de forma perfeitamente adequada ao contexto, embora, geralmente nestes casos, o tom de voz soe estranho e pedante.
Desvios Qualitativos na Sociabilização
Este é o ponto crucial no autismo e o mais fácil de gerar falsas interpretações. Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação de diferentes pessoas.
Muitas vezes, a criança autista aparenta ser muito afetiva, por aproximar-se das pessoas abraçando-as e mexendo, por exemplo, em seu cabelo ou mesmo beijando-as quando, na verdade, ela adota indiscriminadamente esta postura sem diferenciar pessoas, lugares ou momentos. Esta aproximação, usualmente, segue também um padrão repetitivo e não contém nenhum tipo de troca ou compartilhamento.
A dificuldade de sociabilização, que faz com que a pessoa autista tenha uma pobre consciência da outra pessoa, é responsável, em muitos casos, pela falta ou diminuição da capacidade de imitar, que é uns dos pré-requisitos crucias para o aprendizado, e também pela dificuldade de se colocar no lugar do outro e de compreender os fatos a partir da perspectiva do outro.
Desvios Qualitativos na Imaginação
Caracteriza-se por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da criança. Isto pode ser exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.
Esta dificuldade pode ser percebida em formas de brincar desprovidas de criatividade e pela exploração peculiar de objetos e brinquedos. Uma criança autista pode passar horas a fio explorando a textura de um brinquedo. Em crianças autistas, com a inteligência mais desenvolvida, pode-se perceber a fixação em determinados assuntos, na maioria dos casos, incomuns em crianças da mesma idade, como calendários ou animais pré-históricos, o que é confundido às vezes com nível de inteligência superior.
As mudanças de rotina, como de casa, dos móveis, ou até mesmo de percurso, costumam perturbar bastante algumas dessas crianças desencadeando comportamentos desestruturados.
Fontes: Site AMA (www.ama.org.br)
Folder AMA- Goiânia
Síndrome de Burnout
A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).
O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço.
Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda (médicos, enfermeiros, professores).
De fato, esta síndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contacto interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicanalistas, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros.
Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam e/ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas à avaliações.
Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.
Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.
Os autores que defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse, alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho. Entretanto, pessoalmente, julgo que essa Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho.
Os sintomas básicos dessa síndrome seriam, inicialmente, uma exaustão emocional onde a pessoa sente que não pode mais dar nada de si mesma.
Em seguida desenvolve sentimentos e atitudes muito negativas, como por exemplo, um certo cinismo na relação com as pessoas do seu trabalho e aparente insensibilidade afetiva.
Finalmente o paciente manifesta sentimentos de falta de realização pessoal no trabalho, afetando sobremaneira a eficiência e habilidade para realização de tarefas e de adequar-se à organização.
Esta síndrome é o resultado do estresse emocional incrementado na interação com outras pessoas.
Algo diferente do estresse genérico, a Síndrome de Burnout geralmente incorpora sentimentos de fracasso e seus principais indicadores são: cansaço emocional, despersonalização e falta de realização pessoal.
Estudante de Medicina no Peru
Oi, eu sou estudante de medicina no Peru eu estou no 5º ano de Medicina. Aqui no Peru nós temos que estudar 7 anos. Eu gostaria de saber como é que eu posso estudar uma especiliadade em Medicina no Brasil. Ou posso estudar algum curso, tomar alguma aula no verão como estudante? Fazer intercâmbio? Eu posso tomar aulas para practicar meu português? Gostaria de ir para aprender melhor a língua do Brasil. Obrigada.Araceli Inciso
Araceli todas estas informações podem ser obtidas no Conselho Federal de Medicina.
Para obter uma especialidade no Brasil os médicos, quase sempre, fazem um curso de Residência Médica com duração média de 2 a 4 anos. Para ingressar há uma seleção na forma de provas.
Com diploma estrangeiro você deve solicitar informações de quais requisitos deve cumprir para conseguir sua matrícula.
Levante junto ao Ministério das Relações Exteriores de seu país se há algum convênio que facilite o intercâmbio de estudantes de Medicina entre os dois países.
Existem várias empresas que oferecem o curso de Português para estrangeiros. Pesquise num site de busca e faça contato.
Anatomia, biofísica, embriologia, genética, imunologia, microbiologia, parasitologia, fisiologia, bioquímica, virologia etc...